domingo, 6 de dezembro de 2009

O ENEM foi uma aventura...

Vou escrever isso bem rápido, porque convenhamos que depois de fazer a prova do ENEM ninguém consegue raciocinar direito pelo resto do dia. Mas o que vou narrar comprova que a referida prova não é apenas um simples questionário (até porque ela não é nada simples...).
Tudo começou quando o verdinho chegou... Sim, ele mesmo, o segundo cartão de incrição. Acontece que eu moro nas proximidades do bairro da várzea e, a princípio, eu iria fazer a prova na UFPE, que não é longe da minha casa. Porém, com a chegada do indesejável de cor de capim desidratado (o cartão, pra você que está viajando tentando entender o que eu estou falando), descobri que meu novo local de prova era no bairro de Boa Vaigem, o que implicava na necessidade de tomar três ônibus tanto para ir como para voltar.
No primeiro dia, tudo ocorreu tranquilamente... Na ida... Porém, como era de se eperar pelo peso de minhas palavras anteriores, a volta não foi tão confortável. O ônibus de uma banda de forró (creio eu, porque essas músicas são tudas iguais: forró, brega, swingueira, pagodeira, forrozeira, bregadeira... essas coisas todas...) bateu em uma moto fechando o trânsito da avenida. Até aí tudo bem, nada demais, foi só uma fatalidade. Até o momento em que o motorista (talvez com o estômago desarranjado, não sei...) começou a cortar caminho por ruas estreitas como o corredor de um bloco residencial, porém um tanto acelerado... Pra resumir, eu fui à montanha russa sem ter que pagar entrada...
no segundo dia, como se não bastasse o primeiro, eu vivi uma aventura do começo ao fim... Começando o dia, fui forçado a dividir o ônibus da linha CDU/Caxangá/Boa Viagem com um número incontável de pessoas que com destino à praia, o que não seria problema se as referidas fossem a viagem toda em silêncio... Mas tudo bem, todos já passamos por isso um dia... E voltando para casa, minutos após eu ter presenciado o momento em que minha prova, na parte de matemática, começou a dançar na minha frente, dando voltas e voltas, subi num ônibus da linha que eu escrevi aí em cima. E, no meio do caminho, nas proximidades do aeroporto, fui forçado a fazer uma análise psicológica do motorista e acabei chegando a duas possibilidades: 1°-> Ele sonhava em ser piloto de fórmula 1, mas não conseguiu realizar o sonho... 2°-> Ele estava brincando de Need For Speed com o ônibus... Esta segunda é que eu creio ser mais provável, já que ele demonstrava uma habilidade nas ruas nunca dante vista com um ônibus. Cheguei até a pensar que ele ia tentar um drift por entre os carros, mas ele deve ter deixado essa pra outra viagem...
E pra acabar o dia, no qual eu termino esta postagem
na última meia-hora, quando eu chego em casa, tenho a quase impossível missão de achar algo que preste pra assistir na tv... E é por isso que eu estou aqui agora, no computador... Até mais ler...
(Eu estou com sono, não vou revisar a postagem... Deve (ou devem?) haver um monte de erros... Mas não tem problema, ninguém percebe mesmo, só eu com minha mania de auto-correção... E por que você, caro leitor, ainda está lendo isso? Não percebeu que eu estou escrevendo só pra chegar a alguma coisa que sirva pra acabar a postagem? Então vou acabar com uma reflexão sobre o sono que está me derrubando da cadeira: "O sono é como... ... ..." Ah, sei lá... Vou dormir!...)

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